sábado, 1 de junho de 2013

Quando podemos devemos atacar sempre a causa de uma doença, tratando ao mesmo tempo os seus efeitos. Ora a minha experiência ensinou-me que nos casos de artrose – assim como em numerosos tipos de reumatismo – a medicina apenas pode agir sobre os efeitos. Devido à minha experiência sempre me interessei pela artrose e proporcionei tratamentos e conselhos, toda a minha vida, aos meus pais, amigos e a certos doentes. A medicina convencional ajuda a disfarçar a dor, a acalmar a inflamação, a curar a infecção mas sem nunca agir sobre as causas. É óbvio! Este tratamento não era vendido por um laboratório farmacêutico conhecido, era essencialmente divulgado de boca em boca. O componente principal deste tratamento era um metalóide, comum em toda a parte. O silício é de facto o elemento mais abundante na Terra, a seguir ao oxigénio. O óxido de silício (SiO2), corpo sólido de grande dureza, constitui mais de metade da crosta terrestre. Não é certo que os emplastros de argila são utilizados desde a noite dos tempos para aliviar as dores? Pois eles são compostos essencialmente de silicatos hidratados de alumínio. O Sr. C., decidiu experimentar este novo tratamento e indicou-o a um amigo que sofria igualmente de artrose lombar e cervical. Sentiram-se rapidamente aliviados, para grande espanto de ambos. Também a Sra. M. sofria um martírio diário, apesar dos sedativos e anti-inflamatórios. A artrose tinha-lhe transformado avida num inferno. Logo desde a primeira aplicação, sentiu-se melhor. À segunda já conseguiu dormia a noite inteira sem acordar com dores, 15 dias mais tarde, retomava actividades físicas, às quais tinha tido de renunciar já há muito tempo. Este não é um caso isolado. Por todo o mundo foram registados resultados idênticos e esta descoberta merece certamente ser mais conhecida. Milhares de pessoas cuja vida está parcialmente perturbada pelas dores e que se sentem fisicamente diminuídas, poderiam retomar uma vida normal. Qual é esta molécula que pode realizar estes pequenos “milagres”? Como é que actua? Que pode esperar dela? Como utilizá-la? Tem efeitos secundários ou contra-indicações? Estas são algumas das questões que Você certamente se coloca. Que irei responder. De Onde Vêm as Suas Dores? Muitas vezes, acorda “perro” e anquilosado. As razões são múltiplas: a parte mais frequentemente afectada é a cartilagem mole da extremidade dos ossos. Quando come frango já reparou nessa parte mole, mas elástica, onde mete a faca para separar a asa ou a perna da carcaça? É uma parte mais ou menos esponjosa ligeiramente transparente. A elasticidade desta cartilagem é essencial, pois é ela que protege os ossos dos pequenos choques constantes provocados pelos seus movimentos e que facilita a fricção de um osso sobre o outro. Vista ao microscópio, esta cartilagem faz lembrar uma esponja. Quando a sua articulação não é solicitada, apresenta-se cheia de um líquido, quando sofre um choque ou uma pressão, este líquido desaparece como quando se aperta uma esponja embebida em água. Imagine agora que esse líquido desaparece a pouco e pouco. A esponja vai ficar seca, quebradiça, perdendo a sua elasticidade. Os choques e as fricções repetidas vão usá-la e em breve ela desaparecerá, ficando o osso exposto directamente, começando a desgastar-se, ou seja, a deformar-se. Quais as Consequências? A pior de todas: a dor. E digo a pior, porque ela está lá, sempre omnipresente. Quando desaparece, o doente receia que ela volte a aparecer. Além disso, está na origem de um círculo infernal: a maioria das vezes sente dor após a actividade física e a dor abranda ou desaparece com o repouso. Por isso, a tentação é grande de fazer cada vez menos, de se “poupar” fisicamente. Ora, como veremos mais adiante, a actividade física e indispensável para manter a flexibilidade das suas articulações! Há um enorme rol de outros sintomas: inflamações, deformações, fractura, rigidez e anquilose. Estes sintomas podem ou não acompanhar a dor e, consoante os casos, utilizam-se nomes diferentes. Mas, aquilo que deve reter é o facto de as suas cartilagens iniciar um processo de degenerescência. As partes do corpo mais frequentemente atingidas são os joelhos, as ancas, o fundo das costas, a nuca e as mãos. A maioria das vezes o seu médico irá receitar um anti dores ou um anti-inflamatório (ou os dois). Em certos casos, o recurso à “corticoterapia” (utilização de cortisona) revela-se necessário. Estes medicamentos, se bem que aliviem trazem muitas vezes consigo algumas complicações, devido aos seus efeitos secundários: problemas digestivos, osteoporose ou mesmo osteonecrose e infecções. Chega-se então a uma situação paradoxal: tem de tomar medicamentos para tratar os efeitos secundários dos medicamentos que estava a tomar! A opinião médica corrente é que a artrose é irreversível e que tudo o que há a fazer é travar o seu desenvolvimento. A ideia não é muito animadora. Se conseguíssemos compreender como se desenvolve este processo, seria mais fácil encontrar uma solução. Vejamos primeiro de que é feita esta cartilagem. O essencial é….água – entre 65 e 75% de água. O resto é constituído por colagénio e (perdoem-me os termos técnicos) glicoproteínas, compostas essencialmente por polissacarídeos, designadamente sulfato de condroitina. São grandes moléculas, compostas por açúcar e proteínas que formam o tecido em que o líquido circula. A cartilagem é fabricada pelos condrocitos, que controlam a quantidade de cartilagem necessária e que a limpam quando o colagénio ou as glicoproteínas estão demasiado velhas. A causa da artrose não é exactamente conhecida. Pensa-se que está associada ao envelhecimento, aos traumatismos repetidos e à alimentação. Uma das características mais espantosas do silício orgânico é o facto de ser facilmente assimilável pela pele, não sendo necessário tomá-lo. Basta uma compressa ou uma aplicação local. Actualmente, existem diversas marcas que comercializam silício orgânico. Conforme as marcas, a fórmula inclui não só silício orgânico, como também outras plantas ancestrais conhecidas como: A ulmária (rainha-dos-prados) – uma espécie de aspirina vegetal que atenua as dores sem os inconvenientes da aspirina. A groselha, bem conhecida pelos seus efeitos benéfica sobre a artrose (designadamente a artrose do joelhos). Trata-se de um gel para aplicar sobre a pele, no local da dor. Pode-se massajar suavemente até completa absorção, ou deixar que a pele o absorva naturalmente. O silício orgânico é tão “bio disponível” – fácil de assimilar pelo organismo – que simplifica e aumenta os efeitos das 2 plantas que o acompanham. Além disso, de um modo geral, não tem nenhum efeito secundário e é hipoalergénico, ou seja não deve provocar nenhuma reacção de defesa da pele ou do organismo.

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